Home Data de criação : 09/01/07 Última atualização : 11/10/17 16:27 / 23 Artigos publicados

Livro que analisa homossexualidade na Bíblia será lançado em Belo Horizonte  (Livros, revistas, filmes, documentários, etc...) escrito em quinta 18 junho 2009 18:41

Escrito pelo advogado Vinicios Leoncio, o livro "Em nome do Pai e do Filho" será lançado na próxima segunda, 22, em Belo Horizonte. A obra é resultado de anos de estudo bíblico e dedica-se a provar que o livro base do Cristianismo em momento algum reprova a homossexualidade e outras práticas consideradas "pecaminosas" por parte da população religiosa. Aborto, tratamentos com células-tronco e prostituição são outros temas que também ganharam uma reinterpretação a partir das Escrituras. 

Pensado para promover uma rediscussão dos textos bíblicos objetivando a criação de uma nova ordem de respeito e tolerância entre a humanidade, o livro utiliza algumas passagens bíblicas para enfatizar que o Deus dos cristãos nunca condenou os homossexuais. A história de Davi e Jônatas surge como um símbolo do amor divino independente da orientação sexual. "Davi contava com grande proteção divina em seus combates, mesmo após ter declarado o seu amor pelo filho de Saul", diz o autor. 

Leoncio discute também a interpretação, segundo ele equivocada, da destruição das cidades de Sodoma e Gomorra, tradicionalmente associada à suposta disseminação da homossexualidade naqueles lugares. Na visão do advogado, essa maneira de enxergar a história é usada por conservadores para embasar a "tese" de que quem se relaciona afetiva e sexualmente com pessoas do mesmo sexo não são dignas da proteção de Deus. Para o autor, não há na Bíblia nenhum relato que possa embasar tal afirmação. A partir de suas análises, o advogado defende que as cidades foram destruídas por fatores políticos e econômicos. 

Dedicado ao estudo da Bíblia há mais de 20 anos, o mineiro Vinicios Leoncio afirma não ter vinculação com nenhuma denominação religiosa.


Em nome do Pai e do Filho
Vinicios Leoncio
Editora Futuro
180 páginas
Preço: R$ 29,90 pelo site da editora


Lançamento
Livraria da Travessa (Av. Getúlio Vargas, 1405, Praça da Savassi). 
Segunda, 22, às 19 horas 

 

Fonte:Mix Brasil

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Parece que os mineiros poderemos aproveitar e dar uma "passadinha" na livraria....

Não vejo a hora de chegar em minha cidade e eu ter a oportunidade de ler e tirar minhas conclusões.

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Qual é a minha?  (Originais do blog.) escrito em quarta 03 junho 2009 13:22

Afinal de contas, eu gostaria muito de saber... Qual é o meu problema?

Sou jovem, trabalho, não devo a ninguém, solteira e não sou do tipo que fica de casinhos, e por fim, sou lésbica. O que eu tenho de errado?

Será que pelo fato de eu ser homossexual eu não mereço o respeito de meus familiares? Até as pessoas de fora me tratam melhor. Acho que não é a orientação sexual que faz a pessoa, e não é todo gay que é promíscuo.

O preconceito é uma coisa que me revolta, e nós homossexuais o enfrentamos a todo momento. Mesmo os não assumidos são vítimas da tal homofobia. Engraçado isso, afinal de contas somos todos iguais, e sem falar que a maioria dos homofóbicos(talvez uns 80%) são os famosos gays "enrustidos".

É muito difícil entender esse bicho que o povo chama de "homem", não respeita nem o próprio semelhante, e quem dirá então dos animais, plantas e etc....

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Confira mais detalhes da VII Caminhada de Lésbicas e Bissexuais  (Eventos.) escrito em quarta 03 junho 2009 13:14

Outras notícias
 
 
 
 
 

03/06/2009:  combate à violência contra a mulher e a defesa de um mundo feminista. Com o tema “Não se Cale! Ser Lésbica é um direito! Não à violência contra a mulher. Por um mundo feminista!”, será realizada no dia 13 de junho, um dia antes da Parada do Orgulho Gay de São Paulo, a VII Caminhada Lésbicas e Bissexuais, organizada pela Liga Brasileira de Lésbicas (LBL).

A concentração ocorre a partir das 13h, na Praça Osvaldo Cruz, início da avenida Paulista, onde haverá um ato político e cultural. Por volta das 16h, a Caminhada seguirá pela Paulista até o Masp, com encerramento programado para acontecer no Boulevard 9 de Julho. Durante a concentração e o trajeto, DJs, bandas e cantoras queridas das meninas irão animar a mulherada.

Um dos objetivos do ato é lutar contra a violência, o preconceito e a invisibilidade que ainda atingem lésbicas e bissexuais e contra a discriminação sexista. No ano passado, durante a sexta edição, a Caminhada levou às ruas de São Paulo a discussão sobre o Estado laico, a defesa da autonomia da mulher, o direito de decidir sobre seu corpo e sexualidade e o direito a maternidade livre, alertando que nenhuma mulher deve ser obrigada ou impedida de ser mãe.

Este ano, para marcar a semana da Caminhada Lésbica e da Parada do Orgulho LGBT, a LBL vai lançar a I Jornada Lésbica Feminista, com uma série de atividades políticas e culturais que acontecem no período de 6 a 14 de junho. Entre algumas surpresas confirmadas está uma apresentação especial da peça “Flores Brancas”, um seminário e uma sessão de filmes de temática lésbica.

Aguardem! Aqui no Dykerama você fica sabendo de toda a programação da VII Caminhada e da Semana da Parada!

Então, meninas, agendem-se!

Serviço:
VII Caminhada de Lésbicas e Bissexuais

Data: 13 de junho de 2009
Local: Concentração a partir das 13h na Praça Osvaldo Cruz (em frente ao Shopping Paulista)
Saída às 16h, caminhada até o Masp

Dykerama

fonte:site>> AthosGLS

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Entrevista: “Você pode ser, desde que não seja gay” - Fabrício Viana  (Livros, revistas, filmes, documentários, etc...) escrito em segunda 01 junho 2009 18:36

Por Henrique D'Agostino

Você pode ser, desde que não seja gay”. Esta é uma das afirmações do psicólogo Fabrício Viana, autor do livro O ARMÁRIO, sucesso de vendas entre o público gay. No bate-papo a seguir, Fabrício ainda critica todas as religiões, fala sobre sua vida corrida, dos próximos trabalhos e responde à nossaRapidinha.

 

 

Fabrício, você nasceu na pequena (e linda) cidade de Blumenau (SC). Sofreu algum preconceito na vizinhança? Você mora em São Paulo, certo?

 

Não. Vim para São Paulo com três anos de idade. E, mesmo em São Paulo, nunca sofri nenhum tipo de preconceito até hoje. Talvez por eu não ser tão “afetado”, isto é, não dê tanto na cara que seja gay. Isso é um diferencial na sociedade machista onde “você até pode ser gay, desde que não seja gay”. Ridículo, mas...

 

Sua formação é psicologia. De alguma forma isso te ajudou na sua aceitação ou nunca teve problemas com homossexualidade?

 

Fiz psicologia porque amava a área de RH e também porque buscava um conhecimento maior do ser humano. Entretanto, a descoberta da minha homossexualidade se deu junto ao curso. E na psicologia, até hoje, pouco se estuda o tema na sala de aula. E quando se estuda, ainda é com tons preconceituosos de professores que muitas vezes não entendem nada do assunto. Isso é lamentável. Pois são pessoas que irão se formar, ter pessoas homossexuais em suas clinicas e não saberão o que fazer (com seus preconceitos internos) durante o processo terapêutico. 

Quanto a ajudar na minha aceitação, li muitos livros sobre sexualidade e homossexualidade durante o curso de psicologia. Juntando todos, não dá um. São poucos os que me ajudaram. 

Nunca compreendi por que muitos críticos abominam a palavra homossexualismo...

 

O problema é histórico. Quando a homossexualidade foi considerada doença pela ciência, foi utilizado o termo homossexualismo. Como hoje ela não é mais doença, para “esquecermos o passado”, o termo foi mudado para se livrar deste estigma. Hoje muito se usa homossexualidade, homoerotismo ou homoafetividade. A diferença de utilização dos termos é tão grande (homossexualismo = doença, preconceito, perversão) que se você fizer uma pesquisa no Google com a palavra “homossexualismo”, a maior parte dos textos encontrados será de sites religiosos condenando a homossexualidade. Então, o problema é muito mais grave do que imaginamos. 

Além do blog que você mantém, quais suas outras atividades?

 

Tenho um problema grave. Faço muitas coisas ao mesmo tempo. Tenho meu trabalho “assalariado”, cuido de um servidor dedicado todos os dias, escrevo artigos, estou escrevendo meu segundo livro, produzo a TVTudo, apresento um quadro GLS todo domingo pra a baixada santista no programa Mulheres Dez, tenho outros projetos pra comunidade onde o amigo André Luiz me ajuda pra caramba, entre outras coisas. Ultimamente, ando trabalhando até sábado e domingo. Isso não é muito bom. Mas, faz parte!

 

Então você está trabalhando em outro livro?

 

Sim, sobre potência orgástica. Como ter um orgasmo (gozo) com qualidade, forte e intenso, onde você goza com o corpo inteiro e não com os órgãos genitais (coisa que a maioria faz). O livro seria escrito apenas para o público gay, meu público, porém, uma jornalista hétero, que conheci no Orkut, me perguntou se isso era viável para qualquer tipo de relacionamento. Eu disse que sim. Ela recomendou: amplia então, faz um livro para todos, assim você amplia as pessoas que te conhecem. Eu pensei, ótimo. Então, este é o próximo livro. Depois dele, tem um de contos, um de ficção, enfim. Se eu não tivesse tantos projetos, e meu dia-dia, passaria o dia escrevendo.

 

Como consegue administrar seu tempo com tantos compromissos?

 

Não consigo. Final de semana agora estou indo para Cascavel, no Paraná, palestrar. Fico três dias lá, volto e no dia seguinte, vou para Minas, também palestrar sobre homossexualidade. Pergunta se eu parei para pensar ou planejar o que irei falar com calma? Nada! Tudo vai ser pensado no caminho. A parte boa, claro, é que tenho muita coisa para falar. Mas, aparentemente, eu funciono “no automático” e as coisas vão saindo. Faço sempre uma programação superficial de tudo, para não me perder, claro.

 

Como surgiu “O armário”?

 

Armário X (www.armariox.com.br) é um excelente site pra ajuda. Mas não completo. Outros projetos meus, também ajudam, mas não tanto. Eu queria produzir um texto enorme, com tudo o que eu estudei sobre a homossexualidade, misturando com uma autobiografia, e que fosse “funcional”, simples e prático. E ai veio a idéia de um livro. Porém não queria uma cartilha, para baixar na Internet, queria uma produção, um livro de verdade e com fins lucrativos também. Por que não? Ai surgiu O ARMÁRIO. Eu pensei em colocar o título dele de “Saindo do Armário”, mas, como muitos iriam ler escondido da família, achei melhor uma capa e um título mais “discreto”. E ficou assim!

 

Ele está esgotado, apesar das vendas apenas pelo site. Qual receita para tanto sucesso? Boca-a-boca?

 

A produção é independente. Significa que tudo foi feito pelo autor. Site, divulgação, contatos, imprensa, enfim, é um trabalho danado, porém, o retorno é maior. Hoje, com a primeira edição esgotada, eu fico muito feliz de não ter feito por uma editora. A receita do sucesso? Não sei. Não sou bom em literatura e o livro não é nada literário. Escrevi o que quis, o que achei melhor. E as pessoas poderiam gostar ou não. Se não gostassem, já era. Iriam comprar, ler algumas páginas e encostar ele em algum lugar. Entretanto não foi isso que aconteceu. As pessoas que tiveram acesso, leram, releram, emprestaram para amigos, parentes, familiares, enfim, realmente gostaram da leitura. E eu me espantei pelo público que conquistei. Héteros, mães de filhos homossexuais, senhores de idade, adolescentes, bissexuais, esposas de maridos “possivelmente gays” (risos), entre muitos outros. Gostei da experiência.

 

Em um dos trechos você comenta algo interessante quando conhecidos e amigos homossexuais dizem que o “mundo gay” é podre e ninguém quer saber de relacionamentos. De certo ponto, isso é verdade...

 

Então, esse trecho é seguido de outro trecho, em que eu explico que isso é fruto da homofobia internalizada e do negativismo homossexual. Aquele conceito negativo que todo homossexual carrega no inconsciente mesmo depois de assumido. Onde ele só consegue ver coisas negativas sobre si e sobre seus semelhantes. É um pouco complexo, mas neste trecho eu falo e deixo claro que o mundo heterossexual é tão “podre” e tão promiscuo quanto o gay. Não existe diferença. Só uma tendência do próprio homossexual de ver as coisas da maneira mais negativa possível quando o assunto é homossexualidade. Tudo pro gay é ruim, podre e promiscuo. Ele não consegue enxergar nada além disso.

 

Homossexualidade, religião e psicologia podem caminhar juntas?

 

Homossexualidade e psicologia sim. Religião, se não inventarem nenhuma nova nos próximos minutos, NÃO. Sou ateu convicto. E, embora respeite até religiões “ditas gays” (e tenho pessoas que considero muito dentro delas, inclusive amigos pastores), eles sabem que eu não concordo com nenhuma delas. Sou do tipo que acha que religião é veneno. E por isso sou muito criticado e condenado por vários gays (alguns piores que os fanáticos religiosos). Eu acredito que as pessoas só buscam Deus para sentirem conforto interno, ter forças, superar frustrações, entre outras coisas. Eu aprendi que, não preciso buscar Deus, pra ter forças, conforto interno, superar coisas, etc. Eu me sinto completo sem depender ou precisar de algo externo. Mas ai, como também cito no O ARMÁRIO, é uma coisa minha. Não obrigo ninguém a ser ateu. Mas fiz questão, no livro, de traçar toda a história religiosa e condenativa da homossexualidade pela religião. Sendo uma das grandes “perturbadoras” no desenvolvimento da pessoa homossexual.

 

Para onde costuma sair quando quer descansar, se divertir?

 

Vou sempre onde possa ver rostos conhecidos. Geralmente estou na Tunnel ou Blue Space. Não sou de ficar conhecendo novas boates. E, ultimamente, prefiro sair mais para teatro, cinema, shopping ou ficar em casa.

 

É fácil sair do armário?

 

Não. Não é e nunca foi. E como eu digo, sair do armário não é sair gritando por ai que é gay e pronto. Precisa, e isso é super importante, se livrar da homofobia internalizada e do negativismo homossexual. Não existem estatísticas, mas nas minhas observações, 99% dos homossexuais sofrem disso. Assumem-se, mas continuam com piadas, brincadeiras e muitas outras coisas onde eles se difamam (ou seus semelhantes) sem perceberem. Isso é terrível. Por isso eu recomendo meu livro pra quem é assumido também. E se não fosse o meu, qualquer outro que abordasse esse importante tema.

 

Você está apaixonado?

 

Sim, por enquanto (risos), pela mesma pessoa há quatro anos.

 

 

 

Rapidinha com Fabrício Viana

 

Cidade preferida: Era o Rio de Janeiro, hoje prefiro alguma do Nordeste.Salvador, Fortaleza, enfim.

Melhor momento: Olhar para traz e ver que o que você conseguiu, não foi de um dia pro outro.

Pior lembrança: Já ganhei muito dinheiro. E não guardei nada. Hoje é diferente.

Um sonho: Ter no mínimo, uns cinco livros escritos daqui no máximo cinco anos.

 

O beijo: Gostoso. Do meu amor.

A traição: Pode ser vista de várias formas.

A privacidade: Algo que eu preso muito hoje em dia.

Trabalho é...? Minha vida.

Uma palavra: Obrigado. Aprendi que ela é fundamental em tudo. Obrigado a você, pela entrevista, aos leitores, amigos e todos que acompanham meu trabalho.

 

 

 

 

 

 

 

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Excursão e parada gay de São Paulo  (Eventos.) escrito em segunda 01 junho 2009 18:25

Blog de naoaopreconceitosimatolerancia :Thє βℓσg GℓβT!, Excursão e parada gay de São Paulo

Pacote completo, e imperdível.

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